Descobri que o que eu quero é nada com nada... Estamos naquele período do semestre (do meio para o fim dele) em que mais temos coisas para fazer e menos vontade de fazê-las. Ontem a tarde, cheguei em casa decidida a estudar Física IV... bom, talvez até tenha estudado em sonho, mas não me lembro de ter sonhado com campos elétricos, magnéticos, transformações de Lorentz, etc, etc. Pois, é, dormi a tarde toda... e só acordei porque meu "adorável" vizinho ligou o som no último volume, o que fazia a parede do meu quarto tremer. E que som horrível!!!!
Com muito custo, levantei e comecei a estudar. Mas acabei empurrando a apostila e o caderno para um lado e fui ler Harry Potter (bem mais interssante! pena que a prova de amanhã não é sobre ele!).
Em algum momento, enquanto eu ainda mantinha minha atenção na Física, minha irmã ligou para avisar que a mãe chega na sexta-feira, as três da tarde. "Três da tarde?!?" Fiquei pensando que havia algo errado... talvez eu tivesse entendido errado... Ainda assim liguei para o meu pai e avisei... e tive que ouvir um blá, blá, blá, pois os cachorros estavam sem ração, a mãe viajou e não deixou dinheiro para ele, que ele não estava comendo direito... mas aposto que o cigarro dele não está faltando! Enfim, ele não tem tanta culpa assim... metade é de dele e metade é da mãe, que viajou "brigada" com ele... também podemos atribuir um pouco de culpa a minha irmã por ser tão manhosa e se recusar a ficar sozinha por alguns dias. Quando eu morava em Pelotas, ninguém foi me visitar e nem me fazer companhia quando fiquei sozinha por uma semana...
Hoje de manhã, cheguei um pouco cedo para dar uma olhada nos meus e-mails antes de começar a estudar e tinha um e-mail da Biba confirmando que não estou ficando surda:
Frantchelly...
A mãe vai chegar sexta-feira lá pelas 15:30 na USP.
Se vc ñ tiver, deixe o carro e a chave no Crusp pra ela ir embora.
Inté...
Beijos da mãe e da Biba.
Bom, agora vou voltar para apostila de Física...
Até mais!
quinta-feira, maio 22, 2003
segunda-feira, maio 19, 2003
Tem algum tempo que não posto nada decente aqui... Paciência! Sempre penso em algo para escrever, mas quando chego na frente do computador, ou eu acabo esquecendo que tenho um blog, ou eu esqueço o que iria escrever mesmo (isso é tão normal acontecendo comigo!).
Minha mãe está em Castro com a Biba. Passei o fim de semana com o meu pai. A idéia era cuidar dele e do Ringo, mas... cuidar do Ringo é moleza, acho até que vou procurar um emprego de babá de cachorros... mas cuidar do pai foi bem mais difícil do que eu pensava (não que ele não se vire muito bem sozinho). Bom, tentei cozinhar para ele, mas, não sei se é porque fazia muito tempo que não enfrentava panelas e fogão, ou se estou perdendo o dom, o certo é que não deu nada certo ontem. Ele não reclamou, tadinho, mas eu também tive que comer e... bom, pelo menos não precisei jogar fora, ou seja, até estava "comível".
Além de tudo, estou com o carro (armada como dizem os meninos!). Fazia muito tempo que eu não enfrentava a Raposo numa segunda-feira as sete da manhã (pelo menos me saí melhor com o carro do que com o fogão!).
E, depois de muitas segundas faltando na aula de Métodos Matemáticos, hoje finalmente assisti à aula... Depois, fui com o Fred e o Edson comprar os ingressos para assistirmos Matrix Reloaded na sexta-feira, depois da prova de Física IV. Mas, apenas fomos passear mesmo, pois os ingressos só serão vendidos a partir de quarta ou quinta-feira. Voltamos e fui para o apartamento dormir um pouco (levantei cedo hoje para vir para a USP e ontem para ir a missa).
Enquanto esperava o elevador (já voltando para o IAG), fiquei olhando o céu, ou melhor, o sol. Tão lindo!!! Vermelho... existe um ditado italiano que diz que quando o pôr do sol está vermelho, vem chuva, muita chuva pela frente... é claro que em italiano fica rimado e é bem bonitinho, mas não me lembro. Bom, vou até dar uma olhada na previsão do tempo...
...
...
...
É, não tem previsão de chuva não! Fazer o que...
Por falar em ditado italiano (e esse era a Karine quem falava), lembrei do pessoal de São Jorge. Que saudade deles!!! Domingo retrasado, teve o Veloterra em São Jorge. Até onde eu imagino, Veloterra é o mesmo que Motocross... eu acho! Enfim, o Pablo ganhou, em uma das categorias, em quarto lugar e, na outra, em segundo, ou seja, somando os pontos (que não faço a menor idéia de como funciona isso) ele ficou em terceiro. Tem até foto...
Bom, aí estão o Pablo e o seu Aldair...
Eu esperava outras fotos, mas o Bizonho do Vilson não é o melhor fotográfo que eu conheço...
Vou comer alguma coisa e ir para minha aula de Física.
Até mais!
Minha mãe está em Castro com a Biba. Passei o fim de semana com o meu pai. A idéia era cuidar dele e do Ringo, mas... cuidar do Ringo é moleza, acho até que vou procurar um emprego de babá de cachorros... mas cuidar do pai foi bem mais difícil do que eu pensava (não que ele não se vire muito bem sozinho). Bom, tentei cozinhar para ele, mas, não sei se é porque fazia muito tempo que não enfrentava panelas e fogão, ou se estou perdendo o dom, o certo é que não deu nada certo ontem. Ele não reclamou, tadinho, mas eu também tive que comer e... bom, pelo menos não precisei jogar fora, ou seja, até estava "comível".
Além de tudo, estou com o carro (armada como dizem os meninos!). Fazia muito tempo que eu não enfrentava a Raposo numa segunda-feira as sete da manhã (pelo menos me saí melhor com o carro do que com o fogão!).
E, depois de muitas segundas faltando na aula de Métodos Matemáticos, hoje finalmente assisti à aula... Depois, fui com o Fred e o Edson comprar os ingressos para assistirmos Matrix Reloaded na sexta-feira, depois da prova de Física IV. Mas, apenas fomos passear mesmo, pois os ingressos só serão vendidos a partir de quarta ou quinta-feira. Voltamos e fui para o apartamento dormir um pouco (levantei cedo hoje para vir para a USP e ontem para ir a missa).
Enquanto esperava o elevador (já voltando para o IAG), fiquei olhando o céu, ou melhor, o sol. Tão lindo!!! Vermelho... existe um ditado italiano que diz que quando o pôr do sol está vermelho, vem chuva, muita chuva pela frente... é claro que em italiano fica rimado e é bem bonitinho, mas não me lembro. Bom, vou até dar uma olhada na previsão do tempo...
...
...
...
É, não tem previsão de chuva não! Fazer o que...
Por falar em ditado italiano (e esse era a Karine quem falava), lembrei do pessoal de São Jorge. Que saudade deles!!! Domingo retrasado, teve o Veloterra em São Jorge. Até onde eu imagino, Veloterra é o mesmo que Motocross... eu acho! Enfim, o Pablo ganhou, em uma das categorias, em quarto lugar e, na outra, em segundo, ou seja, somando os pontos (que não faço a menor idéia de como funciona isso) ele ficou em terceiro. Tem até foto...

Bom, aí estão o Pablo e o seu Aldair...
Eu esperava outras fotos, mas o Bizonho do Vilson não é o melhor fotográfo que eu conheço...
Vou comer alguma coisa e ir para minha aula de Física.
Até mais!
terça-feira, maio 13, 2003
Para nunca mais chorar...
Passava do meio-dia, o cheiro de pão quente invadia aquela rua, um sol escaldante convidava a todos para um refresco...
Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:
- Pai, tô com fome !
- O pai, seu Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho, e pede mais um pouco de paciência...
-Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai !
- Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, seu Agenor pede para o filho aguardar na calçada, enquanto entra na padaria a sua frente. Ao entrar, dirige-se a um senhor no balcão :
- Meu Senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos aí na porta com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois saí cedo para buscar um emprego e nada encontrei. Eu lhe peço que, em nome de Jesus, me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino. Em troca, posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o Senhor precisar.
Seu Amaro, o dono da Padaria, estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...
Seu Agenor, pega o filho pela mão e apresenta-o ao Seu Amaro que, imediatamente, pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso P.F. (prato feito): arroz, feijão, bife e ovo.
Para Ricardinho, era um sonho comer após tantas horas na rua; para o seu Agenor, uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá. Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada.
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples, como se fosse um manjar dos deuses, e a lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades.
Seu Amaro se aproxima do Seu Agenor e, percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:
- Oh, Maria, sua comida deve tá muito ruim..olha o meu amigo tá até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato...?
Imediatamente, Seu Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer.
Seu Amaro pede, então, que ele sossegue seu coração, que almoce em paz e depois conversariam sobre trabalho.
Mais confiante, Seu Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome estava nas costas.
Após o almoço, Seu Amaro convida o Seu Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório.
Seu Agenor conta, então, que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e, desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos "biscates" aqui e acolá, mas que há 2 meses não recebia nada.
Seu Amaro resolve, então, contratar o Seu Agenor para serviços gerais na padaria e, penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias.
Seu Agenor, com lágrimas nos olhos, agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho.
Ao chegar em casa com toda aquela "fartura", Seu Agenor é um novo homem: sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso.... Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores.
No dia seguinte, às 5h da manhã, Seu Agenor estava na porta da padaria, ansioso para iniciar seu novo trabalho.
...Seu Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem, que nem ele sabia porque estava ajudando.
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias bem diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa. E ele não se enganou: durante um ano, Seu Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres.
Um dia, Seu Amaro chama o Seu Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos, um quarteirão acima da padaria e que ele fazia questão que Seu Agenor fosse estudar.
Seu Agenor até hoje não consegue esquecer o primeiro dia de aula, a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passaram desde aquele primeiro dia de aula. Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, hoje advogado, abrindo seu escritório para seu cliente e depois outro, e depois mais outro...
Ao meio dia, ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o "antigo funcionário", tão elegante em seu primeiro terno...
Mais dez anos se passam e, agora o Dr. Agenor Baptista, já conta com uma clientela que mistura os mais necessitados - que não podem pagar - e os mais abastados, que o pagam muito bem.
Resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida, diariamente, na hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar, que é administrado por aquele seu filhote, que agora é o nutricionista Ricardo Baptista.
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor, impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um. Conta até que, aos 82 anos, os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido.
Conta-se no céu, que o próprio Mestre Jesus veio recebê-los com um sorriso e um coro de mil anjos entoando uma música que falava da vitória dos que sabem persistir.
Ricardinho, o filho, mandou gravar na frente da "Casa do Caminho", que seu pai fundou com tanto carinho:
"Um dia, eu tive fome e você me alimentou.
Um dia, eu estava sem esperanças,
e você me deu um caminho.
Um dia, acordei sozinho e você me deu Deus
e, isso, não tem preço.
Que Deus habite em seu coração,
alimente sua alma e te sobre o pão da
misericórdia, para estender a quem precisar".
Passava do meio-dia, o cheiro de pão quente invadia aquela rua, um sol escaldante convidava a todos para um refresco...
Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:
- Pai, tô com fome !
- O pai, seu Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho, e pede mais um pouco de paciência...
-Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai !
- Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, seu Agenor pede para o filho aguardar na calçada, enquanto entra na padaria a sua frente. Ao entrar, dirige-se a um senhor no balcão :
- Meu Senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos aí na porta com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois saí cedo para buscar um emprego e nada encontrei. Eu lhe peço que, em nome de Jesus, me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino. Em troca, posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o Senhor precisar.
Seu Amaro, o dono da Padaria, estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...
Seu Agenor, pega o filho pela mão e apresenta-o ao Seu Amaro que, imediatamente, pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso P.F. (prato feito): arroz, feijão, bife e ovo.
Para Ricardinho, era um sonho comer após tantas horas na rua; para o seu Agenor, uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá. Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada.
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples, como se fosse um manjar dos deuses, e a lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades.
Seu Amaro se aproxima do Seu Agenor e, percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:
- Oh, Maria, sua comida deve tá muito ruim..olha o meu amigo tá até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato...?
Imediatamente, Seu Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer.
Seu Amaro pede, então, que ele sossegue seu coração, que almoce em paz e depois conversariam sobre trabalho.
Mais confiante, Seu Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome estava nas costas.
Após o almoço, Seu Amaro convida o Seu Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório.
Seu Agenor conta, então, que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e, desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos "biscates" aqui e acolá, mas que há 2 meses não recebia nada.
Seu Amaro resolve, então, contratar o Seu Agenor para serviços gerais na padaria e, penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias.
Seu Agenor, com lágrimas nos olhos, agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho.
Ao chegar em casa com toda aquela "fartura", Seu Agenor é um novo homem: sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso.... Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores.
No dia seguinte, às 5h da manhã, Seu Agenor estava na porta da padaria, ansioso para iniciar seu novo trabalho.
...Seu Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem, que nem ele sabia porque estava ajudando.
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias bem diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa. E ele não se enganou: durante um ano, Seu Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres.
Um dia, Seu Amaro chama o Seu Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos, um quarteirão acima da padaria e que ele fazia questão que Seu Agenor fosse estudar.
Seu Agenor até hoje não consegue esquecer o primeiro dia de aula, a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passaram desde aquele primeiro dia de aula. Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, hoje advogado, abrindo seu escritório para seu cliente e depois outro, e depois mais outro...
Ao meio dia, ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o "antigo funcionário", tão elegante em seu primeiro terno...
Mais dez anos se passam e, agora o Dr. Agenor Baptista, já conta com uma clientela que mistura os mais necessitados - que não podem pagar - e os mais abastados, que o pagam muito bem.
Resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida, diariamente, na hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar, que é administrado por aquele seu filhote, que agora é o nutricionista Ricardo Baptista.
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor, impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um. Conta até que, aos 82 anos, os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido.
Conta-se no céu, que o próprio Mestre Jesus veio recebê-los com um sorriso e um coro de mil anjos entoando uma música que falava da vitória dos que sabem persistir.
Ricardinho, o filho, mandou gravar na frente da "Casa do Caminho", que seu pai fundou com tanto carinho:
"Um dia, eu tive fome e você me alimentou.
Um dia, eu estava sem esperanças,
e você me deu um caminho.
Um dia, acordei sozinho e você me deu Deus
e, isso, não tem preço.
Que Deus habite em seu coração,
alimente sua alma e te sobre o pão da
misericórdia, para estender a quem precisar".
Mensagem pra você
Nasceste no Lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou,
De acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes
Com as tuas necessidades, nem mais,
Nem menos, mas o justo para as tuas
Lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste
Espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são almas que atraístes,
Com tua própria afinidade.
Portanto, seu destino está constantemente
Sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais,
Buscas, expulsas, modificas tudo aquilo
Que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave
De teus atos e atitudes...
São as fontes de atração repulsão na tua
Jornada de vivência.
Não reclames nem faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograme tua meta,
Busque o bem e viverás melhor.
“Embora ninguém possa voltar atrás e
fazer um novo começo, qualquer um pode
começar agora e fazer um novo fim”
CHICO XAVIER
Nasceste no Lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou,
De acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes
Com as tuas necessidades, nem mais,
Nem menos, mas o justo para as tuas
Lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste
Espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são almas que atraístes,
Com tua própria afinidade.
Portanto, seu destino está constantemente
Sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais,
Buscas, expulsas, modificas tudo aquilo
Que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave
De teus atos e atitudes...
São as fontes de atração repulsão na tua
Jornada de vivência.
Não reclames nem faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograme tua meta,
Busque o bem e viverás melhor.
“Embora ninguém possa voltar atrás e
fazer um novo começo, qualquer um pode
começar agora e fazer um novo fim”
CHICO XAVIER
segunda-feira, abril 28, 2003
Bom, eu sei que faz algum tempo que não escrevo nada... mas a semana que passou foi terrível, com prova de Física e lista de Métodos Matemáticos.
Tenho falado com a Karine com freqüência. Ela está bem (pelo menos parece!). A D. Olga está em Pelotas com ela e voltam juntas para São Jorge no dia das mães (o que coincide com um mês de falecimento do Dani!).
A Biba vem este feriado para casa... A mãe bem que tentou mandá-la para Laranjeiras, mas a bichinha não quis! Quase que sobrou para mim... a mocinha queria que eu fosse para Castro! Mas, depois do feriado, tem prova de Métodos Matemáticos e relatório de Lab... então, ela vem para SP.
Eu só queria marcar presença mesmo... assim evito o acúmulo de pó!
L´AIUOLA
GIANLUCA GRIGNANI
ti rasero’ l’aiuola
quando ritorni da scuola
ok, ti voglio bene
ma molla le tue amiche sceme
e amore e’ come anarchia
e dillo alla polizia
va be sara’ un difetto
ma per favore andiamo a letto
perche’a volte la felicita’
ti sfiora appena e poi se ne va
ti dice scusa, ciao, passavo di qua
come una donna che non ci sta
eppure a me non mi va,
non va, sai di starmene qua
qua sospeso a meta’
no non mi vai bene
e goder non conviene
e mi tieni in catene
no non mi va se cade un pelo
crolla il cielo
non mi va, non mi va
la notte poi vado in giro
come se fossi un vampiro
che sono in cerca d’amore
per colpa io del tuo onore
e le signore piu’ belle
mi danno le caramelle
e tu che mi dici aspetta
che vado troppo di fretta
perche’a volte la felicita’
ti sfiora appena e poi se ne va
ti dice scusa
ciao passavo di qua
come una donna che non ci sta’
eppure a me non mi va
non va sai di starmene qua
qua sospeso a meta’
no non mi vai bene
e goder non conviene
e mi tieni in catene
no, non mi va
e se cade un pelo
crolla il cielo
non mi va, non mi va
eppure a me non mi va
non va, sai di starmene qua
qua sospeso a meta’
non mi vai bene
e goder non conviene
e mi tieni in catene
no non mi va
che se cade un pelo
crolla il cielo
non mi va
no.
Tenho falado com a Karine com freqüência. Ela está bem (pelo menos parece!). A D. Olga está em Pelotas com ela e voltam juntas para São Jorge no dia das mães (o que coincide com um mês de falecimento do Dani!).
A Biba vem este feriado para casa... A mãe bem que tentou mandá-la para Laranjeiras, mas a bichinha não quis! Quase que sobrou para mim... a mocinha queria que eu fosse para Castro! Mas, depois do feriado, tem prova de Métodos Matemáticos e relatório de Lab... então, ela vem para SP.
Eu só queria marcar presença mesmo... assim evito o acúmulo de pó!
L´AIUOLA
GIANLUCA GRIGNANI
ti rasero’ l’aiuola
quando ritorni da scuola
ok, ti voglio bene
ma molla le tue amiche sceme
e amore e’ come anarchia
e dillo alla polizia
va be sara’ un difetto
ma per favore andiamo a letto
perche’a volte la felicita’
ti sfiora appena e poi se ne va
ti dice scusa, ciao, passavo di qua
come una donna che non ci sta
eppure a me non mi va,
non va, sai di starmene qua
qua sospeso a meta’
no non mi vai bene
e goder non conviene
e mi tieni in catene
no non mi va se cade un pelo
crolla il cielo
non mi va, non mi va
la notte poi vado in giro
come se fossi un vampiro
che sono in cerca d’amore
per colpa io del tuo onore
e le signore piu’ belle
mi danno le caramelle
e tu che mi dici aspetta
che vado troppo di fretta
perche’a volte la felicita’
ti sfiora appena e poi se ne va
ti dice scusa
ciao passavo di qua
come una donna che non ci sta’
eppure a me non mi va
non va sai di starmene qua
qua sospeso a meta’
no non mi vai bene
e goder non conviene
e mi tieni in catene
no, non mi va
e se cade un pelo
crolla il cielo
non mi va, non mi va
eppure a me non mi va
non va, sai di starmene qua
qua sospeso a meta’
non mi vai bene
e goder non conviene
e mi tieni in catene
no non mi va
che se cade un pelo
crolla il cielo
non mi va
no.
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