terça-feira, julho 08, 2008

EU POSSO

Eu posso renascer agora,
Eu posso refazer a aurora!

Mesmo que o mundo caísse e sobre nós explodisse,
destruindo o que era nosso,
Eu Posso!

Mesmo que eu me desabasse e nada mais me sobrasse,
senão ver tudo em destroço,
Eu Posso!

Mesmo que abismos medonhos enterrem todos
os meus sonhos nas profundezas de um fosso,
Eu Posso!

Mesmo que todas as pessoas neguem minhas coisas boas,
nem por isso eu me alvoroço.
Eu Posso!

Mesmo que a fome do mundo caia em mim neste segundo,
ainda hoje eu almoço.
Eu Posso!

Mesmo que a minha doença seja grave, de nascença,
pelo Poder do Pai Nosso
Eu Posso!


esmo que um grande fracasso queira barrar o meu passo,

eu não paro e não acosso.
Eu Posso !

Mesmo que eu seja um vencido, muito cedo envelhecido,
eu subo, eu sigo, eu remoço,
Eu Posso !

Eu Posso renascer agora,
Eu Posso refazer a aurora,
Eu Posso iluminar o meu caminho,
Eu Posso dar a mão ao meu vizinho,
Eu Posso beijar o esfarrapado
como beijo as flores deste prado.

Eu Posso ter um mundo de riqueza,
Eu Posso ver Deus na natureza.

Eu Posso encher de amor meu coração,
e fazer desta vida uma canção.

Eu Posso - e sei que preciso - fazer desta vida um paraíso.
"Eu Posso"
é a Força da Energia que explode em mim e se irradia.

"Eu Posso"
é a oração da Divindade que produz em mim a realidade.

Eu Posso
erguer os olhos para o céu e ver tudo branco como um véu.

Eu Posso
reconstruir a minha casa,
Eu Posso
ter de tudo que me apraza,
Eu Posso
renovar minha saúde,
pois na vida não há o que não mude.

"Eu Posso"
é a oração bendita da minha Força Infinita !

Eu Posso
perdoar meu inimigo porque a mim vem tudo que eu bendigo.

Eu Posso
fazer da vida uma festa por todo o tempo que me resta.

EU POSSO! EU POSSO! EU POSSO!
PORQUE ESTE MUNDO É TODO NOSSO!

Coisas do amor - © Letícia Thompson

Por que um coração escolhe o outro, nunca vou saber.

Há coisas para as quais não temos respostas, nem explicações, são mistérios da vida.

Às vezes o amor toma conta da gente sem pedir licença.

Chega devagarzinho, muitas vezes disfarçado, invade e pronto: se instala!

E mesmo se dizemos não, ele fica lá, teimoso, empacado.

E aí não tem jeito, precisamos conviver com ele, aceitá-lo.

Porque ele não desiste facilmente uma vez que decidiu enviar as flechas numa determinada direção.

Ele contraria nossas regras, às vezes mesmo nossos gostos, nos faz fazer coisas que antes julgávamos ridículas, nos deixa bobos e felizes.

Muda nossos hábitos, nos faz amar música lenta, sonhar acordados e passar noites em claro, ou então nos acorda em plena madrugada.

E nos faz ver estrelas, gostar de lua e de poesia.

Ah! O amor nos faz perder o juízo!

Torna adolescentes em adultos e velhos em adolescentes: não existe regra, não existe idade, não existe nada além dele.

Se é surpresa para corações jovens, para os mais vividos é um presente dos céus, pois chegou na hora em que não se acreditava mais possível.

A esse é dado mais valor, nem mesmo tem preço.

Ele nos faz andar sem ter os pés na terra, nos dá asas, nos transporta e muitas vezes nos fere. Mas de ferida boa, dessas que a gente sofre mas conhece o remédio.

Ah! E esse remédio!... Cura tudo, esquece tudo.

A raiva da manhã já não tem mais o mesmo sentido à noite.

O amor passa esponja como ninguém, só ele mesmo é que conta.

E esse amor que nos libera e nos deixa cativos é também a razão da nossa esperança, porque nos motiva, nos incita a ir mais além, nos dá força e coragem, mesmo se às vezes parece nos deixar débeis e frágeis.

Mas ele é contraditório e, por isso mesmo, fascinante.

Com ele vivemos; sem ele, apenas passamos pela vida.

São assim as coisas do amor.




segunda-feira, julho 07, 2008


Criatividade no RH


Respostas reais dadas por candidatos a emprego, extraídas da Revista Exame.

Entrevistador - Então, você está construindo uma networking?
Candidato - Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.

Entrevistador - Como você administra a pressão?
Candidato - Ah, tranqüilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.

Entrevistador - Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato - O senhor poderia repetir a pergunta?

Entrevistador - Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato - Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.

Entrevistador - Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato - Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.

Entrevistador - Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato - Que ótimo. E já conseguiram prender algum?

Entrevistador - Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato - Muito pelo contrário.

Entrevistador - Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato - Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.

Entrevistador - Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato - É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.

Entrevistador - E qual é a sua idade?
Candidato - Com óculos ou sem óculos?

Entrevistador - Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato - Ah, é só o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.

Entrevistador - Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato - Eu parei meu carro aí na rua. Será que eu vou ser multado?

Entrevistador - Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato - Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.

Entrevistador - Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato - Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.

Entrevistador - Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato - Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.

Entrevistador - Quando digo 'Sucesso', qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato - Pode ser duas palavras?

Entrevistador - Pode.
Candidato - Milho. Nário.

quarta-feira, julho 02, 2008

Assim foi feita a divisão, desde a origem até o fim dos tempos....

E, Deus criou Adão e Eva e disse aos dois:

-Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi em pé e...

-Eu!!!Eu!!!Eu!!!Eu!!! Eu quero, por favor, Senhor, por favor, por favor!! Interrompeu Adão - me facilitaria MUITO, MUUUUITO a vida... dá pra mim...

Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela.

Então, Deus presenteou Adão.

Adão gritou de alegria, corria pelo jardim do Éden.

Fazia xixi em todas as árvores, nos tocos, nas coisas (gritava: isso é meu, isso é meu!!) correu pela praia em delírio, fazendo desenhos com seu xixi na areia...

Deus e Eva contemplavam carinhosamente o homem louco de felicidade.

Eva, então, lembrou-se e perguntou a Deus:

-E... Qual é o outro presente, Senhor?

Deus respondeu, solenemente, assim:

- Cérebro Eva, cérebro...

terça-feira, junho 24, 2008

OLHA SÓ O 'FURO' QUE ESTA MENINA DEMONSTRA!!!!!!
O DIREITO DE IR E VIR BARRADO PELOS PEDÁGIOS....

Entre os diversos trabalhos apresentados, um deles causou polêmica entre os participantes. 'A inconstitucionalidade dos Pedágios', desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva chocou, impressionou e orientou os presentes.

A jovem de 22 anos apresentou o 'Direito fundamental de ir e vir' nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.

Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos 'Direitos e Garantias Fundamentais', o artigo 5 diz o seguinte: 'Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade’.

E no inciso XV do artigo: 'é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens'. A jovem acrescenta que 'o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito e ainda que todo o brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional. O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição'.

Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que concessionárias de pedágios realiza contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas. 'No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente. Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também', enfatiza.

A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágio sem precisar pagar. 'Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre.

‘Não tem perigo algum e não arranha o carro', conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja. Após a apresentação, questionamentos não faltaram.

Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras.

Segundo Márcia, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras.

Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados.

Márcia também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio. 'Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado. Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra', acrescenta.

Ela defende ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios. Ela garante também que o Estado está negando um direito da sociedade. 'Não há o que defender ou explicar. A constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional', conclui. A estudante apresenta o trabalho de conclusão de curso em novembro de 2007 e forma-se em agosto de 2008. Ela não sabe ainda que área do Direito pretende seguir, mas garante que vai continuar trabalhando e defendendo a causa dos pedágios.

FONTE: JORNAL AGORA